Arquivo de Cultura

Uma palavrinha só…

Gente, permitam-me dividir com voçes a minha experiência com o sling..
Conheci através de uma revista no consultório da obstetra, qdo ainda estava grávida…Minha pequena usa sling desde que nasceu…Nos adaptamos de imediato(e como não se adaptar a algo que te permite manter grudada no seu bebê?)…
Hoje,Maria Valentina está com 6 meses, e como moramos em Porto Alegre, fomos comemorar o dia das crianças em Gramado.
Fui conhecer a loja da Babyslings..estava curiosa…
Gente…um sonho…fiquei doida no meio de todos aqueles slings…queria todos…Se não fosse o bom senso do padrinho da minha filha, tinha comprado uma dúzia…(mesmo com o bom senso dele, comprei mais 3!!!)…
Vou precisar fazer mais filhos para usar todos esses slings…(risos)…
O sling é meu fiel companheiro..uso ele em todos os momentos…
Quando saimos do carro, até chegar a salinha do berçario, na volta da escolinha, quando passeamos, quando viajamos, quando vamos ao shoping, quando caminhamos pelo nosso condomínio e até mesmo dentro de casa, quando tenho que cumprir com afazeres domésticos(sem o sling, seria impossível, pois Valentina não dura muito longe de mim) e ainda, quando vou fazer a minha pequena nanar…coloco ela no sling e ela capota…
Meninas da Baby slings..obrigada por tornar ainda mais doce e terna a minha tarefa de mãe..
Betina, conheci tua Vitória, uma princesa…(ela quem me atendeu na loja, uma graça..:PP).
Parabéns pelo trabalho…
Segue aqui uma fotinho nossa…em momento de pura harmonia..Valentina, eu e o sling…
abraços,
Clea

Harmonia - Cléa e sua pequena Valentina num momento só delas :-)

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Gato por lebre… e no caminho há muitos…

Há mais de 4 anos temos registrado nosso domínio, www.babyslings.com.br …

Tudo ia muito bem até que ontem, uma amiga me escreve comentando até onde vai a audácia humana, hãããm? Não entendi nada!

Explicando melhor, pq vale à pena… Nosso domínio tem S no final então é BABYSLINGS.com.br e o concorrente vai, registra o BABYSLING (sem S).com.br com um link para o site deles.

Detalhe, esse domínio foi registrado depois que o nosso já existia como site, empresa e nós vínhamos trabalhando já há dois anos com ele. Ou seja, foi registrado propositalmente, bem depois, correto?

Então queridos leitores, atenção, tem concorrente utilizando da sua boa fé, para te vender gato por lebre!! Sinal que a gente tem trabalhado de uma forma integra, honesta e satisfatória durante todo esse tempo, para alguém sentir a necessidade de imitar nosso domínio, né? Ha Ha Ha, fiquei até feliz depois de passar a minha raiva inicial!

Vamos continuar a trabalhar e atender da melhor forma possível, e você sempe será uma pessoa especial para nós!

Bom domingo à todos :-) )

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Bebês com 3,5 semanas já podem andar no sling?

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Há vida no pós parto! E um sling faz uma baita diferença…

Participo de uma lista chamada materna paulistana, há cerca de 6,5 anos. Entrei nesse papo de listas quando estava grávida de 35 semanas da minha segundinha e fui ficando… Algo recorrente nesses anos é encontrar uma rotina no pós parto, onde a barriga deixa de ser barriga que vai junto para tudo em qq horário e passa a ser um ser humano com necessidades específicas.
Há cerca de 5-6 meses surgiu novamente a questão e atitude de uma mãe mudou a vida de um grupo de pessoas. Elas se reúnem todas as semanas, com seus bebês, e eu diria que 90% delas, levam seus bebês em slings. Hoje saíram como notícia da Revista da Folha (25/05) e fiquei muito feliz por elas, são situações como essa que mostram como nosso movimento fica limitado nos primeiros meses de vida de nossos pimpolhos(as), a ponto de, a simples movimentação de um grupo de mulheres virar notícia. É algo que merece atenção!

E você? Está presa em casa, sem poder sair direito, com horários rígidos? Há milênios sem ir num salão dar uma geral no visual ou mesmo assistir um filme no cinema? Coloque seu bebê num sling e vá com fé, pois tudo vai dar certo :-) . Curta seu bebê, aproveite a sua maternidade ativa!

Você já… slingou hoje?

Cinéfilos de Fraldas Revista da Folha - SP - 25/05/08
por Nathalia Lavigne

Maternas no Cinema - Maternas no Cinema

Quando chegam juntas à bilheteria do Bristol com seus bebês, há quem torça o nariz por ter que ceder o lugar na fila para o bando de uma dezena de mulheres. Outros ficam apreensivos se o choro e os demais contratempos comuns entre recém-nascidos não irão atrapalhar a exibição do filme.

Mas quem freqüenta a primeira sessão das quartas-feiras no cinema do Shopping Center 3, na avenida Paulista, pode garantir que os cinéfilos de fraldas, com idades entre 20 dias e no máximo um ano, são espectadores comportados.

Na última quarta, um grupo de oito mães comprou ingresso para a sessão das 13h05 da comédia romântica “O Melhor Amigo da Noiva”. Bebês não pagam.

Quando as luzes se apagam, algumas crianças já avançam no peito da mãe e se preparam para a sesta. Com exceção de Sofia, filha de Josemara Giraldi, 26, que trocou o leite pelos dedos da mão e não desgrudou os olhos da tela, a maioria aproveitou o clima água-com-açúcar do filme para dormir até subirem os créditos.

Nenhum bebê se atreveu a abrir o berreiro durante a sessão, acompanhada por um total de 35 espectadores. A única ameaça de choro veio nos últimos minutos do filme, quando o casal romântico finalmente fica junto. “Nunca ouvi ninguém se queixar do choro dos bebês, eles dormem o filme todo”, diz uma das funcionárias da Playarte, Marlene da Silva, 40.

Se alguém chegou atrasado é capaz de nem ter notado o grupo, distribuído nas pontas das fileiras para facilitar uma saída estratégica da sala: “Se os bebês começam a chorar a gente sai na hora. Às vezes, o ronco dos velhinhos incomoda bem mais do que eles”, brinca a produtora Beatriz Siqueira, 30, mãe de Alice, de três meses.

A idéia surgiu em um grupo de discussão sobre parto normal na internet que reúne mais de 500 participantes. Irene Nagashima, 37, comentava que tinha deixado Max, na época com seis meses, em casa e ido ao cinema após longa desatualização sobre os lançamentos. Foi a deixa para outra participante lançar a proposta: “Da próxima vez, vamos todas com os bebês”.

A dona da idéia acabou abandonando os encontros. Já Irene se engajou tanto que partiu para Nova York em abril com o filho e o marido, onde conheceu a sessão especial para mães com bebês. Na volta, escreveu uma versão do projeto para tentar emplacar a idéia em São Paulo.

Com troca-fraldas em todos os banheiros, som e ar-condicionado mais baixos e uma luz cortando a escuridão, o projeto do Landmark Theatre Sunshine Cinema de Nova York é pioneiro. Foi lá que Irene assistiu à sessão exclusiva para as mães que acontece também às quartas-feiras, às 11h, onde viu “The Visitor”, filme independente dirigido pelo ator Thomas McCarthy. Em sua pesquisa, Irene encontrou versões do projeto em outras cidades dos Estados Unidos, da Austrália e do Canadá. No Brasil, a idéia causa estranheza. Há duas semanas, um funcionário da Playarte tentou barrá-las pois o filme “era proibido para menores de 12 anos”, mas acabaram conseguindo assistir à comédia romântica “Três Vezes Amor”.

Dias depois, a presidente da Playarte, Elda Bettin Coltro, que já tinha ouvido falar do grupo e demostrava simpatia pela idéia, marcou uma reunião com a mentora Irene. Sessão exclusiva para as mães ainda é distante, mas ela garantiu que episódios como aquele não irão mais acontecer. “Na realidade, o bebê não incomoda em nada. Vamos instruir os funcionários a como receber as mães. Queremos que mais grupos se formem em outros cinemas da rede. No Plaza Sul, já tem até trocador de fraldas no banheiro”, diz Elda, que prometeu mandar a programação dos filmes com antecedência para Irene e também planeja diminuir o som e o ar-condicionado na sessão dos bebês.

A escolha do filme, feita pela lista de e-mails sempre na segunda-feira, às vezes gera desavenças. “Eu e a Irene somos mais radicais”, diz Alexandra Leandro, 36, mãe de Felipe, já com nove meses, cuja sugestão para o “Homem de Ferro” foi vetada recentemente. “Acharam que era muito barulhento.” Mas uma coisa é consenso: “Filme infantil nem pensar, ainda não chegamos nessa fase”, diz Alexandra, que aponta “Juno” como o maior sucesso entre o grupo. “A trilha era ótima, os bebês adoraram. E, quando passou a cena do parto normal, cada mãe lembrou da sua experiência. Todo mundo saiu feliz.”

Cinematerna - Fotos das mães que frequentam uma determinada sessão de cinema em SP, publicado pela Folha - SP

Editando: saiu o site do cinematerna, olha que legal: www.cinematerna.com.br

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Um cantinho apertadinho, todo do bebê :-)

Vocês viram a reportagem do Fantástico de domingo 30/03? Soluções para noite de choro? Tá, mas o que tem a ver com slings?

O nosso blá, blá, blá de sempre… bebês gostam de slings pois ficam apertadinhos, encontram um limite físico de espaço, como tinham no útero. Bebês não gostam de rotinas :-) Rotina é algo do mundo adulto, moderno, organizado, essa noção que nós temos que um bebê que mama tem que dormir em seguida, bem espichadinho no seu berço king size, é quase surrealista, e a maioria chora, pois é a forma que eles tem de se comunicarem.

Dentro de um sling eles tem uma leve inclinação, eles escutam o nosso ruído, eles escutam a nossa voz amplificada, pois estão com a cabeça próxima ao nosso peito, eles estão aquecidos na medida certa, apertadinhos, o limite do sling dá à eles a sensação de aconchêgo e proteção.

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Lugares Frios…

Como fazem os povos que vivem em climas eternamente gelados? Aqui no Brasil, basta uma chuvinha ou vento gelado e todo mundo veste casaco e se esconde dentro de casa. Vejas as fotos, um sling desses deve ser tudo de bom no frio :-) Carinho, aconchego, calor, a vida continua não é mesmo?

Lugares Frios, muito frios! - Slings para temperaturas baixas

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Volta ao mundo…

Todos os dias quero publicar fotos de pessoas carregando seus bebês, pessoas das mais diversas raças, dos lugares mais distantes. Estas fotos foram tiradas do site www.spraguephoto.com e há uma coleção belíssima por lá. Crianças sempre foram carregadas no colo, por seus pais, irmãos ou familiares, mostrando que o instinto é algo que transcende a modernidade.

Legenda:
esquerda superior = Vietnam
esquerda inferior = India
direita = Sudão, reparem no pezinho da criança aparecendo por baixo!

volta ao mundo 01 - Crianças no colo, uma volta ás origens!

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Uma volta ao mundo x carregadores de bebês

Estou fazendo uma longa pesquisa e encontrando fotos e fatos interessantíssimos á respeito do “carregar uma criança”. Inicialmente, vou ilustrar aqui o uso do Xale. Wales é o 4º país do Reino Unido, e este é um método tradicional de lá. Seguem as fotos abaixo.
Fonte: Site da Peppermint, EUA

“O método é tão simples, você dobra um xale quadrado pela metade, na diagonal. Coloque-o drapeado por cima de um ombro (digamos que o esquerdo, pois a maioria das pessoas é destra), coloque seu rescém nascido ou bebê pequeno nessa curvatura do braço esquerdo. Peque a ponta direita, com seu braço direito, passe por baixo da criança e prenda na sua cintura, atrás (isso desde que você esteja usando algo acinturado, certo?). Agora pegue a outra ponta, que é a esquerda, que veio por cima do bebê, puxe firmemente, cuidando para o pano abraçar a cabeça da criança sem machucá-la e traga-a ao redor do seu corpo prendendo na sua cintura atrás, também. Espero que isso faça sentido, experimentando você mesma, verás que é bem mais fácil :-)

Segue o texto tradicional:

“The method is so simple, you fold the square shawl in half diagonally. You then drape it over one shoulder, (let’s say the left shoulder, as most people are right handed) and then hold your newborn or small baby in the crook of that arm. You then bring the right corner UNDER your right arm with your right hand and tuck it around the baby’s lower half, pulling it tightly, and then tuck the point into your waistband behind you. (My shawl is a little small) Then the top corner comes round the baby’s head and back and also reinforces the support on the lower half and the point is then pulled tight and tucked into the waistband at the back. So it criss-crosses, the way you might wear a shawl to warm your self, only with one arm and shoulder sticking out. I hope that makes some sense. It’s much easier when you try it.”

welsh1 - welsh1

welsh4 - welsh4

welsh3 - welsh3

Nota da Bettina: não conhecia essa forma de amarrar e adorei, isso para o nosso inverno (leia-se região sul do Brasil) é o máximo!

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Slings e a África…

Numa região árida e quente, a única alternativa viável para o transporte das crianças, é a útilização de panos ou peles para amarrá-las junto ao corpo de um adulto. Além de uma questão cultural é uma questão de sobrevivência.

Mulheres Buschmann, levam seus filhos junto ao corpo com auxílio de peles de cabras.

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Mulheres Ovambo, levam seus filhos com algo semelhante ao Mei Tai

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