Arquivo de Posições

Uma palavrinha só…

Gente, permitam-me dividir com voçes a minha experiência com o sling..
Conheci através de uma revista no consultório da obstetra, qdo ainda estava grávida…Minha pequena usa sling desde que nasceu…Nos adaptamos de imediato(e como não se adaptar a algo que te permite manter grudada no seu bebê?)…
Hoje,Maria Valentina está com 6 meses, e como moramos em Porto Alegre, fomos comemorar o dia das crianças em Gramado.
Fui conhecer a loja da Babyslings..estava curiosa…
Gente…um sonho…fiquei doida no meio de todos aqueles slings…queria todos…Se não fosse o bom senso do padrinho da minha filha, tinha comprado uma dúzia…(mesmo com o bom senso dele, comprei mais 3!!!)…
Vou precisar fazer mais filhos para usar todos esses slings…(risos)…
O sling é meu fiel companheiro..uso ele em todos os momentos…
Quando saimos do carro, até chegar a salinha do berçario, na volta da escolinha, quando passeamos, quando viajamos, quando vamos ao shoping, quando caminhamos pelo nosso condomínio e até mesmo dentro de casa, quando tenho que cumprir com afazeres domésticos(sem o sling, seria impossível, pois Valentina não dura muito longe de mim) e ainda, quando vou fazer a minha pequena nanar…coloco ela no sling e ela capota…
Meninas da Baby slings..obrigada por tornar ainda mais doce e terna a minha tarefa de mãe..
Betina, conheci tua Vitória, uma princesa…(ela quem me atendeu na loja, uma graça..:PP).
Parabéns pelo trabalho…
Segue aqui uma fotinho nossa…em momento de pura harmonia..Valentina, eu e o sling…
abraços,
Clea

Harmonia - Cléa e sua pequena Valentina num momento só delas :-)

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A alegria da Tamara e seu pequeno grande José Pedro!!

Oiiiiiiiiiiii

Querida Bettina recebi meu sling e as ‘fraldas Bonitas’ontem, no fim do dia, teus produtos são lindos e de uma qualidade magnífica!!

…E hoje começei a usar as fraldas, o José se adptou super bem!!
…E quanto ao sling nem tenho palavras pra te agradecer ele ficouuu LINDO!!!
…E hoje, ele já me ajudou bastante!!

Vou enviar umas fotinhos pra participar do sorteio!
E em breve te ligo pra encomendar mais umas fraldas!!

OBRIGADA pela atenção e dedicação!! e parabéns pelo teu trabalho muito sucesso e beijos no Coração!!

Com Carinho Tamara e José Pedro (11 meses)!!

tamara_sling - José Pedro, 11meses, dentro do sling

jose_pedro_sling - José Pedro, folia no sling!

tamara_sling_jose - José Pedro, sentado atrás, costas

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Até que idade posso usar um sling?

Sempre afirmo que o limite de uso varia mais em função da nossa coluna que sustenta o peso do que pela resistência do produto em si, pois este aguentaria mais.
Olha que fotos lindas chegaram para alegrar o meu dia?

“Quando eu pensei que já conhecia todas as formas de dar carinho à ela, aprendi mais uma…”

larissa01 - Larissa e sua pequena grande filha

larissa02 - Larissa e sua grande Baby!

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É impossível, será?

Recebi esse email da Renata, super simpático e achei ele tão real, tão válido que decidi publicar, às vezes temos que ir além da nossa primeira impressão!

Segue o email dela, abaixo, e fica aqui o meu super obrigada!

Renata e Thiago - Renata e Thiago

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De verdade, eu tive que resgatar o sling do monte de presentes: minha irmã morria de medo de usar e não entendia como poderia, sozinha, utilizá-lo. Quando comecei a cuidar dele, o Thiago já estava com quase cinco meses (agora está com seis) e nunca tinha usado o sling (que eu dei de presente, aliás).

Comecei a ajudá-la no consultório odontológico (pq tenho as manhãs livres, atualmente) com algumas tarefas: agendar consultas, organizar coisas básicas da recepção, garantir a organização da sala de espera, verificar materiais e - principalmente - cuidar do Thiago.

Nos primeiros dias utilizei o colo e carrinho e percebi que isso não daria certo: no colo, embora calmo, meus braços não ficavam livres, me impedia de realizar outras tarefas e era muito desconfortável pra mim após uma hora. No carrinho ele ficava muito inquieto se deixado sozinho (lógico), só aceitava quando dormia e mesmo assim dormia por no máximo 30 minutos, acordando sempre assustado.
Mas, como minha irmã sequer pensava em usar o sling (!) tive que insistir por uns bons dias até que ela lembrasse de levá-lo.

Ela me entregou o pacote e disse que era “impossível” eu conseguir usar sozinha, que até poderia ser bom mas eu precisaria de ajudar para colocá-lo e retirá-lo do sling. Pra minha surpresa, ela sequer tinha lido o manual e começou a fazer suposições completamente erradas sobre o produto. Eu já acessei bastante a página e o blog e já tinha uma boa noção sobre o sling (tanto que decidi comprá-lo), mas mesmo assim li todo o manual (que eu adorei), vesti o sling e fiz minha primeira tentativa.

Já estava preparada pra usar só 5 minutos e parar, pra adaptação. Mas qual não foi minha surpresa quando notei que o Thiago não só adorava andar no sling como adormeceu super rápido. Quando ele me vê, mesmo fora do consultório, ele projeta o abdomen querendo o sling. E não é só colo não, é o sling mesmo (ele reclama um pouco se eu só pego no colo). Ele adora ficar sentado de frente, de lado ou de costas. Só pra deitar que ele realmente tem que estar com muito sono - mas o tempo do cochilo da manhã subiu de 30 minutos pra algo entre 1 hora e 1 hora e meia. As mamadas estão mais regulares também.

Os pacientes todos ficam surpresos quando eu abro a porta e percebem que ali tem um bebê. Ficam mais surpresos ainda quando vêem um bebê feliz e tranqüilo. Minha irmã e demais dentistas da clínica percebem que ele gosta, mas mesmo assim ouço deles muitos comentários sobre o nenê estar “torto” ou a dúvida sobre a coluna.

Mas eu tenho passe livre pra usá-lo, e uso direto das 8 ao meio dia (vou alternando as posições, apenas).

Mesmo assim, até hoje minha irmã se recusa a usar o sling (pq ela se acha incapaz pra isso). Acho uma pena que um preconceito seja tão difícil de ser vencido e que as pessoas percam tempo com aquela parafernália toda que usam pra carregar os nenês pelas ruas ou mesmo dentro de casa… . Mas como vegetariana eu já me acostumei com a forma como as pessoas tratam qualquer coisa minimamente diferente com esse tipo de atitude e sequer tentam coisas novas. (www.vegvida.com.br)

Bom, seguem as fotos, que são quase todas do primeiro ou segundo dia de uso. Algumas posições foram reavaliadas (pq percebi que eram mais seguras, mais naturais ou simplemente pq era mais lógico quando saía de uma e ia pra outra. Uma delas foi deixá-lo sempre virado pra mim quando dorme, ao contrário do que está na foto), mas ele sempre esteve muito confortável em todas elas. A resolução não é das melhores mas só quis dar um retorno pra vocês e parabenizá-los.

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É difícil usar um sling? Quanta vontade você realmente tem?

Posso usar com um bebê rescém nascido? Posso usar com uma criança de 10 meses? Será que o bebê se adapta, será que eu me adapto? São perguntas recorrentes e compreendo essa dificuldade, pois eu também tive essa dificuldade quando chegou meu sling…!!

Há algum tempo conheci a Joyce, ela tinha algumas dificuldades em entender o site, tinha dúvidas se seu bebê já com 8 meses iria se adaptar, etc. Dúvidas comuns no nosso dia a dia… Entre tentativas de compras, promoções e a decisão final, passou algum tempo. Nesse interim ela relatou que é deficiente visual e se eu poderia enviar o sling montado, para que ela pudesse entender/sentir o mecanismo. Enviamos, torcemos muito para que ela realmente conseguisse usá-lo. O tempo passou e nunca mais tivemos notícias deles.

Um belo dia, recebo um depoimento, de um pai. Achei o depoimento meio diferente, profundo demais quando comparado á outros depoimentos de pais que recebo. Retornei perguntando se poderia publicar. Para minha surpresa o depoimento era da Joyce!!! Ela havia enviado pelo email de seu marido. Ficamos tão felizes por ela :-)

Segue abaixo o depoimento dela sem edições:

joyce kevo - Joyce e seu pequeno Kevo

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Conheci o Sling pouco depois do nascimento do Kevo. Deu vontade de
experimentar, mas pensei que seria um tiro n’água. Na minha cidade,
ninguém sabia o que era sling e o Vi sempre vinha com o papo coerente de
que era dinheiro demais pra ser gasto com uma coisa que a gente nunca
viu.
Mas então o Kevo queria chão e queria que eu ficasse com ele no
colo… Andando…
Bem, minha resistência em carregar onze quilos era incompatível com
a necessidade dele de ser carregado, de modo que o sling se tornou
uma… Uma quase necessidade premente….

E, agora, é um arrependimento. Não, não, não vou dizer que joguei
meu dinheiro no lixo, que a coisa toda é uma porcaria. Tudo o contrário!
Excelente, perfeito, fantástico!!!! O tipo da coisa que te faz perguntar
“como pude viver sem isso?”

No começo, parece realmente complicado. Você, o sling e o bebê não
falam a mesma língua, e o fato do seu bebê ter dez meses - a idade do
Kevo quando o compramos - parece ser uma agravante insuperável.
Depois, começa a harmonia, até que o sling, o bebê e você parecem,
literalmente, um só.

Muito se escreveu sobre a maravilha que é para o bebê ser carregado
no sling… Pois bem, acho que para a mãe, pelo menos para mim, a
história é um espetáculo à parte.

O cego constrói suas percepções através de impressões sutis,
captadas de aspéctos quase impossíveis de se descrever. Com o bebê não é
diferente. Tocar, sentir, perceber são termos mais fáceis de escrever
que de rotular. Estar junto dele, sentir cada pedacinho do seu corpo
contra o meu, torna-o muito mais… Visível. Eu o vejo melhor. Consigo
perceber melhor suas emoções eaté necessidades.

Agora, então, que está doente, é a melhor coisa do mundo.
Aparentemente, o sling é o único lugar em que ele acha que vale apena
estar, posto que não pode estar na companhia do seu mui amado e querido
CHÃO. O corpo se ressente no final do dia - são horas e horas de
carregamento contínuo - mas o emocional agradece.

Eu quase posso ouvir o narizinho dele escorrer e, assim, limpá-lo
antes que passe para a boca ou para a roupa. Acompanho sua temperatura
sem qualquer interrupção, sentindo o nascedouro de uma febre há tempo de
resolvê-la sem o uso de remédios mais fortes. A respiração fica bem mais
perceptível de dentro do sling e ele, aparentemente, sente-se muito
mais seguro.
Então, sim, eu recomendo. Pensei que seria um investimento usufruído
mais por meu segundo e infecundo filho, mas estava enganada: o Estêvão
não só se acostumou, como nitidamente adora…. E eu também.
Precisei fazer dois investimentos: um financeiro e um de
percistência para que encontrássemos a harmonia… mas, uma vez
descoberto o caminho, não há lugar para arrependimento…

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Então, queridos leitores, isso me dá a deixa: O quanto você quer realmente alguma coisa? Seja o usar o seu sling com perfeição ou mesmo alguma outra coisa?

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Slingar com duas!!

Olha que foto mais linda!! Recebi do Carlos, um momento de descontração, feliz.
Para aqueles que acham slingar com uma impossível, imagine com duas?
O meu muito obrigada :-)

Carlos com duas crianças e dois pettit slings - Carlos slingando duas crianças com dois pettit slings

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Mães e filhas, a continuidade!

Oi Bettina!
Amei o sling, a Bia e a Bellinha nem se fala.
Qual a diferença dos tamanhos P, G e GG? Achei o meu M meio
compridinho.
Estou te enviando umas fotos nossas muito bem adaptadas… conseguimos
de primeira.
Quando eu era adolescente morei no Rio Grande, uma cidade portuária
próximo de Pelotas (meu pai é militar), nós amamos sua terrinha,
um grande abraço e muito obrigada,
Denyse Reis

denisefreire2 web - denisefreire2 web

Bellinha e sua filha Amanda :-)

denisefreire1 web - denisefreire1 web

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Ah… os maridos!!

Olá Bettina,

Estou enviando em anexo a foto dos meus dois amores rsrs slingando!
O interessante é q qdo comprei o sling, o meu marido não tinha interesse nenhum em usá-lo, com o passar do tempo e depois de certa insistencia minha pra q ele experimentasse, ele acabou tentando… Agora ele e o Uriel não desgrudam mais do sling, em qlqr lugar q vamos ele é o primeiro a pegar o sling e o Uriel adora!

Bjos
Karine

karineschwanke web - Papai + filho

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Pequena Soledad

Hoje recebi um email da mãe da Soledad, e achei muito bacana o que ela escreveu, pois é a pura verdade :-)

valentina web - valentina web

:::
Bettina,
Estou enviando foto e depoimento, caso queira botar no seu site.

“Estamos muito felizes com o novo sling, ainda descobrindo formas e jeitos de usar. Soledad curte muito. Acho que a maior dificuldade não é da criança se acostumar, mas do adulto se acostumar. Ainda temos medo de não fazer do jeito certo, de machucar ela, mas parece que ela não está nem ai. Assim que entra no sling, dorme profundamente. Eu achei um jeito de trabalhar no computador com ela, na posição barriga-com-barriga, ai eu boto uma flanela dobrada do lado da cabeça, como travesseiro, e ela embarca no sono. Como todos os outros slingueiros, somos alvo de olhares curiosos em todo lugar, normal. A maioria acha um barato, mas tem pessoas que piram, e teve uma mulher desesperada que avançou no meu marido pra tirar a bebê de dentro. Acredita? O fato é que atualmente o sling é um elemento fundamental no nosso dia-a-dia , e temos certeza que esta fazendo a diferença para toda a família.”
:::

A criança quando está na barriga, está literalmente encolhida, apertadinha, acolhida, protegida. Nós como adultos temos o conceito de conforto relacionado á uma bela cama onde a gente se estica o máximo possível, mas os bebês, quanto mais novinhos, mais tendem a adotar a posição fetal (e alguns adultos também) e não se incomodam, pelo contrário, sentem-se seguros e dormem profundamente.

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1a vez, a mais complicada… Será?

“Converso” com muitas pessoas todos os dias, e sei que um dilema recorrente é usar o sling pela primeira vez… quanto menor o bebê (mais molinho e frágil) mais complicado parece. No dia a dia, vejo que para algumas pessoas é extremamente fácil e intuitivo. Algumas mães saem da maternidade com seus pequerruchos(as) aconchegados dentro do sling. Para outras mães/pais, a coisa já não é tão simples assim. Sobra pano, falta bebê para preencher tudo aquilo, mais a novidade em si, a falta de jeito e nossa ansiedade para que aquilo que a gente viu no site, nas fotos, aconteça conosco também.

Para minha grata surpresa tenho recebido fotos lindas, também em função dos sorteios, e vejo que são bebês pequeninos(as) e que as famílias se acertam felizes. Izabel, me escreveu no dia seguinte em que recebeu o sling (tudo bem que sua nenê já não é tão pequenininha), feliz e satisfeita, enviando fotos dela e do marido (meu muito obrigado), Ana Pooter, sempre tão gentil também enviou fotos e hoje recebo foto da pequenina Nicole e sua bela mãe Ana, ambas numa sintonia perfeita.

Isabel - isabel lessa2 web 1 2 3 4 Isabel/Marido - isabel lessa1 web 1 2 3 4 5

Pequena Nicole e sua mãe Ana - pequena nicole web

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